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terça-feira, 4 de junho de 2013
– expressa um ideal de homem brasileiro, que é retratado no índio mítico e lendário, inspirado no “bom selvagem” de Jean Jacques Rousseau. Tem por base o cavaleiro medieval (herói, nobre, guerreiro, fiel aos deveres). Além disso, Gonçalves Dias não vê o colonizador branco com simpatia, e sim como o símbolo do terror e da exploração do índio.

I-Juca-Pirama: poema que narra o último descendente Tupi, que é feito prisioneiro de uma tribo inimiga. Leia abaixo alguns Trechos da obra:

"Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi:

Sou filho das selvas, Nas selvas cresci;

Guerreiros, descendo Da tribo Tupi.



Da tribo pujante, Que agora anda errante

Por fado inconstante, Guerreiros, nasci;

Sou bravo, sou forte, Sou filho do Norte;

Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi."


Pesquisa por Elisláine Bastos.

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