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terça-feira, 4 de junho de 2013
Considera-se que o período romântico no Brasil inicia em 1836, com a
publicação da obra Suspiros Poético e Saudades, do poeta Gonçalves
de Magalhães e vai até o ano de 1881, com a publicação do romance realista Memórias
Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis.
Como dito anteriormente, o desenvolvimento da literatura brasileira
propriamente dita aconteceu a partir da vinda da Família Real para o Rio de
Janeiro que gerou um forte desenvolvimento artístico e cultural na colônia,
agora afinado com a produção literária européia. Porém, a insatisfação das
classes dominantes com o Império fez com que surgissem tentativas de
independência da metrópole, produzindo um sentimento de nacionalismo que
culminaria com a Declaração da Independência, em 1822, por Dom Pedro I.
Outro aspecto importante é com relação à escravidão dos negros: o Brasil
era uma das poucas colônias americanas que ainda sustentava o sistema econômico
baseado do trabalho escravo, o que gerou opiniões controversas por parte dos
autores daquela época. Temos expressões literárias abolicionistas (p. ex.: o
poeta Gonçalves de Magalhães) e outras que tratavam do tema superficialmente
(p. ex.: o romancista Bernardo Guimarães) ou sequer tocavam na questão.
A independência das colônias latino-americanas impulsionou um sentimento
de nacionalidade diretamente refletida pela literatura. A formação dessas
literaturas esteve a cargo de autores que projetavam os ideais de uma nação em
crescimento e desenvolvimento e que até hoje são considerados constitutivos da
história da nação. No entanto, essa literatura fundacional e canônica da
América Latina são revista por muitos professores, críticos literários e
historiadores, pois apresentam apenas uma visão referente à formação das nações
latino-americanas. Como assinala o professor e crítico literário Eduardo F.
Coutinho:
"Na
América Latina, durante o século XIX, o sujeito enunciador do discurso
fundador do está-nação tomou como base um projeto patriarcal e elitista, que
excluiu não só a mulher, mas índios, negros, analfabetos e, em muitos casos,
aqueles que não possuíam nenhum tipo de propriedade. A preocupação dominante
era marcar a diferença da nova nação com relação à matriz colonizadora, mas o
modelo era obvia e paradoxalmente a metrópole; daí a necessidade de forjar-se
uma homogeneidade que excluísse todas as diferenças."
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O que causa uma sensação de estranhamento é o paradoxo observado no
período: ao mesmo tempo em que idéias sobre o sentimento de nacionalidade
aflorava nos corações dos brasileiros (e demais latino-americanos), parte da
população permanecia na miséria e/ou em situações de escravidão, sem acesso à
emancipação e aos direitos humanos básicos.
Pesquisa por Marina Novaes
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